Posted by: detalhesepormenores on: Novembro 8, 2009

Se pudessemos fotografar as nossas emoções, de certeza encontraríamos momentos especiais, mas como não somos capazes, guardamos as nossas emoções num precioso album, que é a nossa memória.
Posted by: detalhesepormenores on: Novembro 7, 2009

Desde a antiguidade que a pessoa humana se questiona com a qualidade de vida, em tempos passados oponham o vivere ao ben vivere, na interrogação de qual podia ser “o maior bem” na vida, por outras palavras, a felicidade, um ideal de vida cuja procura é secular. A noção de “vida boa” chega-nos da antiguidade grega, a eudaimonia, isto é, a procura da felicidade pela pessoa humana.
A qualidade de vida como princípio ético, em referência à vida e à morte humana, surgiu apenas na década de 50 do século XX aquando da Segunda Guerra Mundial, quando Lyndon B. Johnson firmou a “boa vida” para além da abundância material e da quantidade. A expressão passou a ser introduzida no discurso político e na linguagem popular, em simultâneo com a tomada de consciência da responsabilidade do ser humano pelo ambiente, pelos outros seres vivos (movimento ecológico) e pelas questões suscitadas pelos avanços da biomedicina. Relevo para o facto de a biomedicina ter permitido às pessoas avanços consideráveis na sua qualidade de vida, no que respeita às baixas das taxas de mortalidade infantil, novos tratamentos, diminuição do sofrimento, entre outros.
O conceito de qualidade de vida é usado em diversas disciplinas do conhecimento, o que lhe dá um carácter subjectivo. Tendo como pano de fundo a inviolabilidade da vida humana, a aplicação do conceito de qualidade de vida, levanta muitas questões éticas: Com que direito se decreta que uma vida vale ou não a pena ser vivida? Que uma tem menos qualidade ou importância do que outra? Como formular um juízo sobre algo que usufrui de um estatuto de inviolabilidade e que, por conseguinte, deveria ser preservado de qualquer discriminação? Estamos claramente perante o perigo de relativismo e subjectivismo dos argumentos da qualidade, sendo necessária uma ponderação rigorosa, preferencialmente baseada em evidência científica, de modo a que o conceito seja o menos subjectivo possível. Salvaguardando que continua a ser um conceito pessoal e único, para cada um de nós, como seres individuais, irrepetíveis e indivisíveis.
Posted by: detalhesepormenores on: Novembro 4, 2009
Arquitectos Massena projectam campus escolar que pretende colocar Portugal na rota mundial das escolas do futuro.
![business_woman[1] business_woman[1]](http://detalhesepormenores.files.wordpress.com/2009/11/business_woman1.jpg?w=194&h=298)
O primeiro campus escolar público está a ser construído na Serra do Pilar, pelo Município de Vila Nova de Gaia, e deverá estar concluído já na segunda metade do próximo ano. O objectivo do projecto é despertar reacções sensoriais espontâneas nas crianças e fomentar a sua aprendizagem.
A Escola dos Sentidos é da autoria do ateliê portuense Joaquim Massena, que, através de espaços físicos e de um ambiente natural, pretende estimular a curiosidade e a estética dos mais novos, assim com promover a sua interacção com toda a comunidade e um novo conceito educativo em Portugal.
O conceito nasceu da reflexão de modelos educativos, depois de algumas viagens de Joaquim Massena e os seus dois filhos, também arquitectos no ateliê, fizeram por vários países.
O projecto representa um investimento de cinco milhões de euros para o Município de Vila Nova de Gaia. O novo campus é um espaço aberto à cidade, onde pais e outros familiares vão poder almoçar ou lanchar com os alunos e toda a comunidade poderá aceder à sala de estudo e à biblioteca, o que reforça o encontro entre gerações diferentes.
A Escola dos Sentidos vai poder ser vivida na Avenida D João II, em Vila Nova de Gaia, junto à ponte do Infante e em frente à Real Companhia Velha.
fonte aqui
Posted by: detalhesepormenores on: Novembro 1, 2009

A semana foi especial em termos de vivências relacionadas com a humanização, quer no terreno quer na reflexão.
A humanização dos cuidados de saúde em geral e dos cuidados de enfermagem em particular é, um tema fulcral da vida do quotidiano de quem os presta (os cuidados), que não pode nem dever tornar-se vulgar. Porque a prestação de cuidados é um caminho de procura de perfeição, nunca acabado, nunca perfeito e apenas possível na configuração do perfeito – aquele ideal que todos possuem. Sim! Porque todos nós temos um ideal de perfeição, embora que a perfeição não seja possível, a excelência é possível.
Os caminhos da evidência assim o mostram e, que quando partilhados se tornam do conhecimento de todos aqueles a quem a humanização pré-ocupa.
Ainda surge a questão – o que é a humanização? Sem resposta completa, penso o conceito como multifacetado e multidimensional. Enquanto acto, tem um efeito de humanizar, tornar humano, mais sociável, mais ao alcance de todos nós, seres humanos, porque é nosso, é relativos a todos e a cada um de nós, porque é bom, porque é atento, presente, pró-activo e compassivo, interessado, próximo e que toca, afecta, revolve e envolve em partilha de momentos significativos e marcantes, que visa o bem-estar e o conforto, que respeita a dignidade humana e a liberdade do Outro e a nossa.
É o nosso agir, pois sim. E na prática docente, discente e também na prática clínica faz a diferença e torna-se significativo, tanto para quem presta o Cuidado como para quem o recebe.
Do vivido, pensado, reflectido (entre outros
) passo à partilha:
No (re)encontro diário deparo-me com a dor, o sofrimento, o desespero, a angústia e a incerteza de quem recorre aos cuidados de saúde. O primeiro cuidado que as pessoas encontram, é o cuidado de enfermagem – a triagem – pois escrevo sobre um serviço de urgência pediátrica. Na consciência dos que triam, está a humanização, como acolhimento, como símbolo de recepção, a porta de entrada de um percurso hospitalar que se apresenta como desconhecido e incerto para quem ali (re)corre. E porque se trata de uma população especialmente vulnerável e frágil, torna-se um mundo…elas – crianças – e os pais, os conviventes significativos, os educadores que os acompanahm, etc.
A nós marca-nos definitivamente o reencontro daqueles que foram alvo de cuidados há uns anos atrás e, que o presente mais uma vez nos entrega nas mãos, por força das circunstâncias – porque se lembram do nome, dos cuidados, porque sorriem, porque se mostram felizes no reencontro. Sem dúvida, todos especiais, cada um a seu modo!!!
Em honra das mães e pais coragem, que com os filhos nos braços nos sussurram entre lágrimas e sorrisos – Eu não tenho ninguém que me ajude… – deixo para reflexão:
Procura-se um Amigo
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração.
Precisa saber falar e saber calar; sobretudo, saber ouvir.
Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, do sol, da lua,
do canto dos ventos e do murmúrio das brisas.
~~~
Deve ter amor, um grande amor por alguém,
ou então sentir falta de não ter esse amor.
Deve amar ao próximo e respeitar a dor que todos os passantes levam.
~~~
Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem mesmo é imprescindível que seja de segunda mão;
pode já ter sido enganado (todos os amigos são enganados).
~~~
Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro,
mas, não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perde-lo; no caso de assim não ser,
deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
~~~
Tem que ter ressonâncias humanas; seu principal objectivo deve ser de ser amigo;
deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
Deve ser D. Quixote sem, contudo, desprezar Sancho Pança.
Deve gostar de crianças, lastimar as que não puderam nascer
e as que não puderam viver.
~~~
Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos;
que se comova quando chamado de amigo;
que saiba conversar de coisas simples, de orvalho, de grandes chuvas
e de recordações da infância.
~~~
Precisa-se de um amigo para não enlouquecer,
para se contar o que se viu de belo ou de triste durante o dia,
dos anseios e das realizações,
dos sonhos e da realidade.
~~~
Deve gostar de ruas desertas, de poças de chuva,
de caminhos molhados, de beira de estrada,
do mato depois da chuva e de se deitar no capim.
~~~
Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver,
não porque a vida é bela,
mas porque já se tem um amigo.
~~~
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar,
para não se viver debruçado no passado
em busca de memórias queridas.
~~~
Precisa-se de um amigo que nos bata no ombro,
sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo.
Precisa-se de um amigo que creia em nós.
Precisa-se de um amigo
para se ter consciência de que ainda se vive.
AD
A todos Bem Hajam
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 31, 2009

O que chamamos belo é o que na realidade afecta a nossa sensibilidade de um modo inusitado, raro, raridade proveniente da intensidade com que, afectando-nos, nos revela simultaneamente algo da natureza do ser humano, estimulando o que em linguagem fenomenológica apelidamos de vivências.
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 23, 2009

Nurse’s Song
When the voices of children are heard on the green,
And laughing is heard on the hill,
My heart is at rest within my breast,
And everything else is still.
“Then come home, my children, the sun is gone down,
And the dews of night arise;
Come, come, leave off play, and let us away,
Till the morning appears in the skies.”
“No, no, let us play, for it is yet day,
And we cannot go to sleep;
Besides, in the sky the little birds fly,
And the hills are all covered with sheep.”
“Well, well, go and play till the light fades away,
And then go home to bed.”
The little ones leaped, and shouted, and laughed,
And all the hills echoed.
William Blake
A Nurse’s Prayer
Nursing is much more to me.
My job is more than passing pills.
making money or paying bills.
More rewarding than one could ever know,
for I m allowed were few others go.
I take my role quite seriously,
I know the trust you have given me.
I pray for you, while I pray you see,
and ask God s presence to shine through me.
I sometimes enter your life with grace,
at other time s with unexpected haste.
To intervene at your time of need
with bits of comfort, your soul to feed.
Your sickness I treat with pills and IVs,
in hopes that I shorten the length of disease.
My touch is gentle, His love to convey,
and whisper “God bless you” as I pass your way.
The impact I have on your life,
may be small,
but I forfeit the chance,
if I say nothing at all.
When you and I meet
it is when you re in need.
An opportune time
to plant God s Holy seed.
When my shift is over
and my charting is done,
I hope with God s love,
I’ve touched at least one.
I do all the things
that all nurses do,
and pray while I do it
that God touches you.
Sharon Kindell, R.N.
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 23, 2009

(imagem da net)
De A a Z, para escolher – a que eu mais gosto é Sesquipedalofobia, que significa medo de palavras grandes
:
A
· Abissofobia – medo de abismos, precipícios.
· Ablepsifobia – medo de ficar cego
· Ablutofobia – medo de tomar banho.
· Acarofobia – medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros).
· Acerofobia – medo a produtos ácidos.
· Acluofobia – medo ou horror exagerado à escuridão.
· Acrofobia – medo de altura.
· Acusticofobia – medo relacionado aos ruídos de alta intensidade.
· Aeroacrofobia – medo de lugar aberto e alto.
· Aerodromofobia – medo de viagens aéreas.
· Aerofobia – medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas.
· Aeronausifobia – medo de vomitar (quando viaja de avião).
· Afobia – medo da falta de fobias
· Agliofobia – medo de sentir dor.
· Afefobia – medo de ser tocado.
· Agorafobia – medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro.
· Agrafobia – medo de abuso sexual.
· Agrizoofobia – medo de animais selvagens.
· Agirofobia – medo de ruas ou cruzamento de ruas.
· Aicmofobia – medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos.
· Ailurofobia – medo de gatos.
· Algofobia – medo de dor.
· Altofobia – medo de alturas
· Amatofobia – medo de poeiras
· Amaxofobia – medo mórbido de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte.
· Ambulofobia – medo de andar
· Amnesifobia – medo de perder a memória.
· Ancraofobia ou Anemofobia – medo de correntes de ar
· Androfobia – medo de homens
· Analofobia – medo de buracos escuros
· Anemofobia – medo de ventos
· Anginofobia – medo de engasgar
· Antropofobia – medo de pessoas ou da sociedade
· Antlofobia – medo de enchentes
· Anuptafobia – medo de ficar solteiro (a)
· Apeirofobia – medo de infinito
· Apifobia – medo de abelhas
· Aracnefobia ou Aracnofobia – medo de aranhas
· Aritmofobia – medo de números
· Arrenfobia – medo de homens
· Assimetrofobia – medo de coisas assimétricas
· Astenofobia – medo de desmaiar ou ter fraqueza
· Astrafobia ou astrapofobia – medo de trovões e relâmpagos
· Ataxiofobia – medo de ataxia (descoordenação muscular)
· Ataxofobia – medo de desleixo
· Atazagorafobia – medo de ficar esquecido ou ignorado
· Atelofobia – medo de imperfeições
· Atefobia – medo de ruínas
· Atomosofobia – medo de explosões atômicas
· Atiquifobia – medo do fracasso
· Aurofobia – medo de ouro
· Autofobia Medo de ficar só ou sozinho
· Automatonofobia medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
· Automisofobia Medo de ficar sujo
· Aviofobia ou aviatofobia – Medo de voar de avião
· Azinofobia medo de apanhar do pai
B
· Bacilofobia ou Bacteriofobia – medo de bactérias
· Balistofobia – medo de mísseis
· Basofobia ou basifobia – medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
· Batofobia – medo de profundidade
· Botanofobia – medo de plantas
· Batofobia – medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
· Batracnofobia – medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)
· Belonofobia – medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)
· Blennofobia – medo de limo ou coisas viscosas
· Brontofobia – medo de trovões e relâmpagos
· Biofobia – medo da vida
C
· Cacorrafiofobia – medo de fracasso ou falhar
· Caetofobia – medo de pêlos
· Cainofobia ou cainotofobia – medo de novidades
· Catagelofobia – medo do ridículo (estar ou ser)
· Catapedafobia – medo de saltar de lugares baixos ou altos
· Catoptrofobia – medo de espelhos
· Cenofobia ou centofobia – medo que caracteriza-se pela aversão e medo mórbido de sentir inquietação de grandes espaços abertos.
· Cimofobia – medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas
· Cinetofobia ou cinesofobia – medo de movimento
· Cinofobia – medo de cães
· Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia – medo de prostitutas ou doença venéreas
· Ceraunofobia – medo de trovão
· Copofobia – medo da fadiga
· Corofobia – medo de dançar
· Coniofobia – medo de poeira (amatofobia)
· Cosmicofobia – medo de fenômenos cósmicos
· Crometofobia ou crematofobia – medo de dinheiro
· Cromofobia ou cromatofobia – medo de cores
· Cronofobia – medo do tempo
· Cronomentrofobia – medo de relógios
· Claustrofobia – medo de espaços confinados
· Cleitrofobia ou cleisiofobia – medo de ficar trancado em lugares fechados
· Cleptofobia – medo de ser roubado
· Climacofobia – medo de degraus (subir ou cair de degraus)
· Clinofobia – medo de ir para cama
· Clitrofobia ou cleitrofobia – medo de ficar fechado
· Cnidofobia – medo de cordas
· Cometofobia – medo de cometas
· Coimetrofobia – medo de cemitérios
· Contreltofobia – medo de abuso sexual
· Coprofobia – medo de fezes
· Coulrofobia – medo de palhaços
· Cremnofobia – medo de precipícios
· Criofobia – medo de frio intenso, gelo ou congelamento
D
· Deipnofobia – medo de jantar e conversas do jantar
· Demonofobia ou demonofobia – medo de demônios
· Demofobia – medo de multidão (Agorafobia)
· Dendrofobia – medo de árvores
· Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia – medo de doenças de pele
· Dextrofobia – medo de objetos do lado direito do corpo
· Diabetofobia – medo de diabetes
· Dinofobia – medo de vertigens ou redemoinho
· Diplofobia – medo de visão dupla
· Dipsofobia – medo de beber
· Disabiliofobia – medo de se vestir na frente de alguém
· Dismorfofobia – medo de deformidade
· Distiquifobia – medo de acidentes
· Domatofobia ou oiquofobia – Medo de casas ou estar em casa
· Dorafobia – medo de pele de animais
· Dromofobia – medo de cruzar ruas
E
· Eisoptrofobia – medo de espelhos ou de se ver no espelho
· Electrofobia – medo de eletricidade
· Eleuterofobia – medo da liberdade
· Elurofobia – medo de gatos (ailurofobia)
· Emetofobia – medo de vomitar
· Enoclofobia – medo de multidão
· Enosiofobia ou enissofobia – medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável
· Entomofobia – medo de insetos
· Epistaxiofobia – medo de sangrar do nariz
· Epistemofobia – medo do conhecimento
· Equinofobia – medo de cavalos
· Eremofobia – medo de ficar só
· Ereutrofobia – medo de ficar vermelho
· Ergasiofobia – medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)
· Ergofobia – medo do trabalho
· Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia – medo de luz vermelha ou do vermelho
· Eretofobia – medo do ato sexual propriamente dito.
· Esciofobia ou esciafobia – medo de sombras
· Escolecifobia – medo de vermes
· Escopofobia ou escoptofobia – medo de estar sendo olhado
· Escotofobia – medo de escuro
· Escotomafobia – medo de cegueira
· Esfecsofobia – medo de marimbondos
· Espectrofobia – medo de fantasmas ou espectros
· Estasibasifobia ou estasifobia – medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)
· Estaurofobia – medo de cruz ou crucifixo
· Estenofobia – medo de lugares ou coisas estreitas
· Estigiofobia – medo do inferno
F
· Fagofobia – medo de engolir ou de comer
· Falacrofobia – medo de tornar-se careca
· Farmacofobia – medo de tomar remédios
· Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia – medo de febre
· Fengofobia – medo da luz do dia ou nascer do sol
· Felinofobia – medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)
· Filemafobia ou filematofobia – medo de beijar
· Filofobia – medo de enamorar
· Filosofobia – medo de filosofia
· Fobia Social – medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)
· Fobofobia – medo de fobias
· Fonofobia – medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone
· Fotoaugliafobia – medo de luzes muito brilhantes
· Fotofobia – medo de luz
· Fronemofobia – medo de pensar
· Ftisiofobia – medo de tuberculose
G
· Galeofobia ou gatofobia – medo de gatos
· Gamofobia – medo de casar
· Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia – medo de cruzar pontes
· Geliofobia – medo de rir
· Geniofobia – medo de manter a cabeça erguida
· Genofobia – medo de estrangeiros
· Gerascofobia – medo de envelhecer
· Gerontofobia – medo de pessoas idosas
· Geumafobia ou geumofobia – medo de sabores
· Gimnofobia – medo de nudez
· Ginofobia ou ginefobia – medo de mulheres
· Glossofobia – medo de falar ou tentar falar em publico
· Gnosiofobia – medo do conhecimento
H
· Hadefobia – medo do inverno
· Hagiofobia – medo de santos ou coisas santas
· Hamartofobia – medo de pecar (pecados)
· Hafefobia ou haptefobia – medo de ser tocado ou de tocar em alguém ou em alguma coisa
· Harpaxofobia – medo de estar sendo roubado
· Hedonofobia – medo de sentir prazer
· Heliofobia – medo do sol
· Hemofobia, hemafobia ou hematofobia – medo de sangue
· Heresifobia ou hereiofobia – medo de desafiar a doutrina oficial (governo)
· Herpetofobia – medo de répteis ou coisa que arrastam
· Heterofobia – medo do sexo oposto (sexofobia)
· Hidrargiofobia – medo de medicamentos mercuriais
· Hidrofobia – medo de água
· Hidrofobofobia – medo de raiva (doença)
· Hielofobia ou hialofobia – medo de vidro
· Hierofobia – medo de padres ou coisas sacras
· Higrofobia – medo de líquidos ou umidade
· Hilefobia – medo de materialismo ou de epilepsia
· Hilofobia – medo de florestas
· Hipengiofobia ou hipegiafobia – medo de responsabilidade
· Hipnofobia – medo de dormir ou ser hipnotizado
· Hipofobia – medo de casas
· Hipopotomonstrosesquipedaliofobia – medo de palavras grandes
· Hipsifobia – medo de altura
· Hobofobia – medo de bêbados ou mendigos
· Hodofobia – medo de atravessar estradas
· Hormefobia – medo de ficar abalado ou chocado
· Homiclofobia – medo de neblina
· Hominofobia – medo de homens
· Hoplofobia – medo de armas de fogo
· Homofobia – medo de gays
I
· Iatrofobia – medo de ir ao médico ou ao doutor
· Ictiofobia – medo de peixe
· Ideofobia – medo de idéias
· Ilingofobia – medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo
· Iofobia – medo de veneno
· Insectofobia – medo de insetos
· Isolofobia – medo da solidão, de estar sozinho, o medo de ficar isolado
· Isopterofobia – medo de cupins
J
· Japanofobia – medo de japoneses
L
· Lachanophobia ou lachanofobia – medo de vegetais
· Laliofobia ou lalofobia – medo de falar
· Leprofobia ou leprafobia – medo de lepra
· Ligirofobia – medo de barulhos
· Ligofobia – medo de escuridão
· Lilapsofobia – medo de furacões
· Limnofobia – medo de lagos
· Linonofobia – medo de cordas
· Lissofobia – medo de ficar louco
· Liticafobia – medo de processos (civil)
· Locquiofobia – medo de nascimento (criança)
· Logizomecanofobia – medo de computadores
· Logofobia – medo de palavras
· Luefobia – medo de sífilis (lues)
M
· Mageirocofobia – medo de cozinhar
· Maieusiofobia – medo da infância
· Malaxofobia – medo de amar (sarmassofobia)
· Maniafobia – medo de insanidade
· Mastigofobia – medo de punição
· Mecanofobia – medo de máquinas
· Megalofobia – medo de coisas grandes
· Melanofobia – medo de cor preta
· Melissofobia – medo de abelhas
· Melofobia – medo ou ódio de música
· Meningitofobia – medo de doença nervosa
· Merintofobia – medo de ficar amarrado
· Metalofobia – medo de metal
· Metatesiofobia – medo de mudar
· Meteorofobia – medo de meteoros
· Metifobia – medo de álcool
· Metrofobia – medo ou ódio de poesia
· Micofobia – medo ou aversão por cogumelos
· Microbiofobia – medo de micróbios (bacilofobia)
· Microfobia – medo de coisas pequenas
· Mictofobia – medo de escuridão
· Mirmecofobia – medo de formigas
· Misofobia – medo de germens, contaminação ou sujeira
· Mitofobia – medo de mitos, estórias ou declarações falsas
· Mixofobia – medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia)
· Molismofobia ou molisomofobia – medo de sujeira ou contaminação
· Monofobia – medo de solidão ou ficar só
· Monopatofobia – medo de doença incurável
· Motefobia – Medo de borboleta e mariposa
· Motorfobia – medo de automóveis
· Musofobia ou murofobia – medo de ratos
N
· Nebulafobia – medo de neblina (homiclofobia)
· Necrofobia – medo de morte ou coisas mortas
· Nelofobia – medo de vidro
· Neofarmafobia – medo de medicamentos novos
· Neofobia – medo de qualquer coisa nova
· Nefofobia – medo de nevoeiros
· Nictofobia – medo da escuridão ou da noite
· Noctifobia – medo da noite
· Nictohilofobia – medo de florestas escuras ou a noite
· Nosocomefobia – medo de hospital
· Nosofobia ou nosemafobia – medo de ficar doente
· Nostofobia – medo de voltar para casa
· Novercafobia – medo da madrasta
· Nucleomitufobia – medo de armas nucleares
· Nudofobia – medo de nudez
O
· Obesofobia – medo de ganhar peso (pocrescofobia)
· Oclofobia – medo de multidão
· Ocofobia – medo de veículos
· Odinofobia ou odinefobia – medo da dor (algofobia)
· Odontofobia – medo de dentista ou cirurgia odontológica
· Oenofobia – medo de vinhos
· Ofidiofobia – medo de cobras
· Oftalmofobia – medo de estar sendo vigiado
· Olfactofobia – medo de cheiros
· Ombrofobia – medo de chuva ou de estar chovendo
· Ometafobia ou omatofobia – medo de olhos
· Oneirofobia – medo de sonhos
· Onomatofobia – medo de ouvir certas palavras ou nomes
· Ostraconofobia – medo de ostras
· Ornitofobia – medo de pássaros
P
· Pagofobia – medo de gelo ou congelamento
· Pantofobia ou panofobia – medo de tudo
· Pantofobia – medo de sofrimento ou doença
· Paralipofobia – medo de responsabilidade
· Parafobia – medo de perversão sexual
· Parturifobia – medo de parto
· Patroiofobia – medo da hereditariedade
· Pecatofobia – medo do pecado (crime imaginário)
· Pediculofobia – medo de piolho
· Pediofobia – medo de bonecas
· Pedofobia – medo de crianças
· Peniafobia – medo da pobreza
· Pirexiofobia – medo de febre
· Pirofobia – medo de fogo
· Placofobia – medo de sepulturas
· Plutofobia – medo de opulência
· Pluviofobia – medo de chuva ou estar chovendo
· Pnigofobia ou pnigerofobia – Medo de estar sendo sufocado
· Pocrescofobia – medo de ganhar peso (obesofobia)
· Polifobia – medo de muitas coisas
· Poinefobia – medo de punição (castigo)
· Ponofobia – medo de trabalho pesado ou de dor
· Potamofobia – medo de rios ou águas correntes
· Potofobia – medo de álcool
· Prosofobia – medo de progresso
· Pselismofobia – medo de gaguejar
· Psicofobia – medo da mente
· Psicrofobia – medo de frio
· Pteromeranofobia – medo de voar
· Ptiriofobia – medo de piolho (pediculofobia)
· Pombofobia – medo de pombo(ave)
· Papirofobia – medo de livros
Q
· Quemofobia – medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas
· Quenofobia – medo de espaços vazios
· Quifofobia – medo de parar
· Quimofobia – medo de ondas
· Quionofobia – medo de neve
· Quinofobia – medo de raiva (doença)
· Quiraptofobia – medo de ser tocada(o)
R
· Rabdofobia – medo de ser severamente punido
· Radiofobia – medo de radiação, raio-x
· Ritifobia – medo de ficar enrugado
· Rupofobia – medo de sujeira
S
· Sarmassofobia – medo de fazer amor (malaxofobia)
· Satanofobia – medo de satã (demônio)
· Selafobia – medo de flashes (luzes)
· Selenofobia – medo da lua
· Seplofobia – medo de material radiativo
· Sesquipedalofobia – medo de palavras grandes
· Sexofobia – medo do sexo oposto (heterofobia)
· Siderodromofobia – medo de trem ou viagem de trem
· Siderofobia – medo de estrelas
· Sinistrofobia – medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda
· Sinofobia – medo de chinês ou cultura chinesa
· Sitofobia ou Sitiofobia – medo de comida ou comer (cibofobia)
· Socerafobia – medo de padrasto ou madrasta
· Sociofobia – medo da sociedade ou de pessoas em geral
· Somnifobia – medo de dormir
· Simmetrofobia – medo de simetria
· Singenesofobia – medo de parentes
· Sifilofobia – medo de sífilis
· Sofofobia – medo de aprender
· Soteriofobia – medo de dependência dos outros
· Surifobia – medo de camundongo (rato)
· Simbolofobia – medo de símbolos
T
· Tacofobia ou Tachofobia – medo de velocidade
· Taeniofobia ou teniofobia – medo de solitária (tênia)
· Tafofobia ou tafefobia – medo de ser enterrado vivo
· Talassofobia – medo do mar
· Tanatofobia ou tantofobia – medo da morte ou de morrer
· Tapinofobia medo de ser contagioso
· Taurofobia – medo de touro
· Teatrofobia – medo de teatro
· Tecnofobia – medo de tecnologia
· Telefonofobia – medo de telefone
· Teleofobia – medo de definir planos ou de cerimônias religiosas
· Teofobia – medo de Deus ou de religião
· Teologicofobia – medo de teologia
· Teratofobia – medo de crianças ou pessoas deformadas
· Termofobia – medo de calor
· Testofobia – medo de fazer provas (escolares)
· Tetanofobia – medo de tétano
· Tiranofobia – medo de tiranos
· Tocofobia – medo de gravidez
· Tomofobia – medo de cirurgia
· Tonitrofobia – medo de trovão
· Topofobia – medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor
· Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia – medo de se envenenar
· Traumatofobia – medo de traumas (físicos)
· Tripanofobia – medo de injeções
· Triscaidecafobia – medo do número 13
· Tropofobia – medo de mudar ou fazer mudanças
U
· Uranofobia – medo do céu
· Urifobia – aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante a fenômenos paranormais
· Urofobia – medo de urina ou do ato de urinar
V
· Vacinofobia – medo de vacinação
· Venutrafobia – medo de mulher bonita
· Verbofobia – medo de palavras
· Verminofobia – medo de vermes
· Vestifobia – medo de vestir
· Virginitifobia – medo de estupro
· Vitricofobia – medo do padrasto
X
· Xenofobia – medo de estrangeiros ou estranhos
· Xerofobia – medo de secura, aridez
· Xilofobia – medo de objetos de madeira ou de floresta
Z
· Zelofobia – medo de ter ciúmes
· Zeusofobia – medo de Deus ou deuses
· Zoofobia – medo de animais
Fonte aqui
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 17, 2009

(imagem da net)
Morre lentamente…
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca.
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não
conversa com quem não conhece.
Morre lentamente…
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente…
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os “is” em detrimento de um
redemoinho de emoções, justamente as que
resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e
sentimentos.
Morre lentamente…
quem não vira a mesa quando está infeliz com
o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo
incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na
vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente…
quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente…
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente…
Quem abandona um projecto antes de
iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto
que desconhece ou não responde quando
lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige
um esforço muito maior
que o simples facto de respirar. Somente a
perseverança fará com
que conquistemos um estágio esplêndido
de felicidade.
Pablo Neruda
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 15, 2009
![30a9048f3d4aa60ff69f7ca8245a2a29[1] 30a9048f3d4aa60ff69f7ca8245a2a29[1]](http://detalhesepormenores.files.wordpress.com/2009/10/30a9048f3d4aa60ff69f7ca8245a2a291.jpg?w=180&h=223)
Segundo a Agência LUSA, as exigências escolares afectam mais as crianças do que a gripe.
“Mais do que a gripe ou as infecções respiratórias, são as dores de cabeça e de barriga, os vómitos e mal-estar que afectam as crianças no início do ano lectivo, uma “doença” que os pediatras atribuem às exigências escolares.”
“Neste começo do ano escolar, os principais problemas pediátricos não estão a ser a gripe nem as doenças infecciosas, que felizmente têm tido uma expressão muito baixa, mas sim as perturbações do comportamento induzidas por uma escola que está virada para a média”, analisa o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria.
“Em entrevista à Agência LUSA, a propósito do X Congresso Nacional de Pediatria, que começou esta quinta-feira, em Tróia, Luís Januário alertou para a existência de “muitas crianças que não se coadunam com as exigências médias e que, quando confrontadas com estas exigências, desenvolvem vários tipos de patologia.”
Assim ditam as realidades do quotidiano…
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 14, 2009
![bvcuntitled[1] bvcuntitled[1]](http://detalhesepormenores.files.wordpress.com/2009/10/bvcuntitled1.jpg?w=203&h=198)
A Direcção Geral de Saúde dividiu em 3 grupos de prioridade os indivíduos com indicação para vacinação (Grupo A, B e C), tendo em atenção o risco para complicações pós-infecciosas, o desempenho de funções essenciais e a disponibilidade de vacinas.
Grupos Alvo para Vacinação por Ordem de Prioridades
Grupo A
Profissionais de Saúde:
Grupo B
Profissionais de Saúde:
Grupo C
Recomendações da DGS
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 13, 2009
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 13, 2009

No dia 15 de Setembro, foi aprovado pelo FDA, 4 vacinas influenza monovalente para a prevenção da infecção pelo vírus Influenza A H1N1. A European Medicine Agency aprovou em 29 de Setembro 2 vacinas, Focetia e Pandemrix e em 3 de Outubro aprovou a vacina Celvapan.
Portugal adquiriu a vacina comercializada pelo Laboratório GlaxoSmithKline Biologicals s.a., Pandemrix. Esta vacina possui um virão fragmentado, inactivado, com adjuvante, sem capacidade de provocar a doença.
Pandemrix é administrado por via IM (no músculo deltóide ou na parte lateral da coxa) em duas doses, separadas entre 3 a 4 semanas.
Nos ensaios clínicos realizados com uma vacina semelhante, a maioria dos efeitos indesejáveis foi de natureza ligeira e de curta duração.
Os efeitos indesejáveis são geralmente semelhantes aos notificados com a vacina da gripe sazonal.
Em linguagem simplificada:
Muito Frequentes – Afectam mais de 1 utilizador em 10 – 45%
Frequentes – Afectam de 1 a 10 utilizadores em 100
Pouco Frequentes – Afectam de 1 a 10 utilizadores em 1000
Os efeitos secundários desaparecem geralmente entre 1 a 2 dias sem tratamento.
Raros – afectam de 1 a 10 utilizadores em 10000
Muito Raros – Afectam menos de 1 utilizador em 10000
Contra-Indicações e Precauções
As contra-indicações e precauções à vacina contra a gripe A são:
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 9, 2009

(imagem da net)
Caros colegas “Se todos os vossos esforços forem vistos com (in)diferença, não desanimem…porque o sol, ao nascer, dá um espectáculo deslumbrante e no entanto, a maioria da plateia continua a dormir!”
Lançadas as fundações do Projecto Nautilus -ao trabalho…
A Segurança da (In)Formação é constituída, basicamente por um conjunto de “controles”, incluindo políticas, processos, estruturas organizacionais a nível meso, normas e procedimentos de segurança.
Tem como objectivo a protecção das (In)Formações dos alvos de cuidados de Enfermagem e da Unidade de Gestão, em alguns aspectos.
Em suma, o nível estratégico é o que se refere às políticas ou directrizes e descreve “o que deve ser feito”; o nível táctico é relativo às normas, pois com base nas políticas, são criadas as “regras” a serem adoptadas; o nível operacional é aquele que diz respeito aos procedimentos, pois com base nas normas, se define “como serão implementadas as regras”.
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 7, 2009
![Ponte_Luis_Porto[1] Ponte_Luis_Porto[1]](http://detalhesepormenores.files.wordpress.com/2009/10/ponte_luis_porto1.jpg?w=480&h=374)
Gaia, rainha das Astúrias (ou de Leão), mulher de D. Ramiro, aí pelo ano de 842 – 850. Bela, de aparência frágil mas sedutora, Gaia era uma escrava dos caprichos do seu rei, que apenas via nela um objecto de prazer e diversão, não tendo nenhuma espécie de respeito pelos seus sentimentos e desejos.
Gaia sonha com um grande e verdadeiro amor.
Longe, na margem esquerda do Douro, num alcácer (castelo) perto da foz do rio (Lugar do Castelo), habita o rei mouro Abencalão Alboazar, devoto de Allah, exímio no manejo da cimitarra (espada). Aprecia a beleza, vive esteticamente o ambiente.
D. Ramiro e Abencalão tinham negócios em comum. É sabida a excelência dos cavalos de raça árabe. D. Ramiro recebe então o mouro em Mier, para tratar de assuntos equestres.
Gaia foge do Castelo
Alboazar faz-se acompanhar da sua bela irmã, Zahara, e já no palácio repara em Gaia. Fica impressionado com a sua beleza, e, num impulso incontido, o rei Alboazar colhe a rosa mais bela e fresca do jardim e oferece-a a Gaia. Ela pressente que é aquela a rosa dos seus sonhos.
D. Ramiro por sua vez, não resiste aos encantos de Zahara e faz-lhe propostas amorosas, que ela rejeita. Rapta-a então, e toma-a à força. Gaia toma conhecimento do acontecido e num impulso decide-se a seguir o mouro, refugiando-se no seu Castelo.
D. Ramiro, de orgulho ferido, não aceitando que a sua mulher tenha fugido voluntariamente, decide-se a organizar uma expedição para trazer a rainha de volta.
Em três galés devidamente equipadas e tripuladas, o Rei das Astúrias dirige-se à foz do Douro e aporta na Afurada.
D. Ramiro aproxima-se sozinho do Castelo, disfarçado de romeiro (peregrino). Debaixo do burel (hábito) esconde a espada e o corno, que no momento oportuno servirá para chamar os seus aliados, comandados por seu filho D. Ordonho, e tomarem de assalto o Castelo.
Perto do Castelo há uma fonte, onde uma bela odalisca vem encher a sua ânfora. D. Ramiro pergunta-lhe quem ela é e quem são os moradores de tal Castelo.
Com os seus lábios de cereja madura, diz-lhe que se chama Ortiga e serve a nova senhora, a cristã Gaia, bem amada do seu senhor, o vigoroso e prudente Alboazar.
Vai levar a água, mas apressa-se a buscar mais, pois lhe agradou a conversa e ali vai ficando junto da fonte.
D. Ramiro porém, tem pressa e, docemente, fá-la recolher ao castelo com a infusa cheia. Bem no fundo da bilha vai meio camafeu que discretamente o rei lá introduziu. Sabe que a Rainha tem a outra metade, pois que com ela o repartira outrora.
A donzela, contrariada, que lhe agrada o romeiro, vai-se para junto da ama. Esta, ao verter a água no lavatório vê, com surpresa, cair o que ela logo reconheceu.
- Ortiga! Quem estava na fonte?
- Ninguém, Senhora.
- Mentes. Não negues, que alguém estava na fonte. Diz-me quem era e saberei recompensar-te.
- Bem, Senhora. Encontrei um pobre doente que me pediu água e eu dei-lha.
- Ortiga! Vai já procurá-lo e trá-lo à minha presença.
- Eu vou, Senhora.
D. Ramiro reencontra Gaia
E foi. Contou ao fingido peregrino o desejo que a Rainha tinha de vê-lo. Claro que o Rei acompanhou a esbelta moça. Gaia reconheceu-o imediatamente.
- Rei Ramiro, quem te trouxe aqui?
- O teu amor, Gaia.
- Pois vais morrer!
O Rei fica, por momentos, estupefacto, mas logo se recompõe.
- Pequena maravilha é, para ti, a minha morte, Gaia!
A rainha manda-o recolher a uma sólida seja na (prisão). Ordena à serva que lhe negue qualquer alimento ou bebida.
Ortiga, porém, às escondidas, faz-lhe chegar o que pode.
Entretanto, chega Abencalão que andara fora.
Moído de saudades, mal toca nos alimentos e logo procura a sua amada, na intimidade dos aposentos.
Gaia acaba por denunciar a presença do rei Ramiro, e manda-o chamar à presença do Mouro. Abencalão, ao saber do intuito do rei de levar a sua mulher de volta, vê que só lhe resta uma solução, matar Ramiro. Disse então :
- Obviamente, vieste morrer. Antes, porém, sinto curiosidade em saber que tipo de morte tu me darias, se me apanhasses em Mier. Qual seria ?
Rei Ramiro, que estava cheio de fome, aproveitando o condicionalismo da situação, respondeu-lhe:
- Dar-te-ia um bom capão assado, uma regueifa e um pichel de vinho fresco, obrigando-te a comer e a beber tudo. Em seguida, abriria todas as portas do castelo, chamava toda a minha gente para que presenciasse a tua morte. Depois fazer-te-ia subir ao cimo da muralha e tocar um corno, como este que aqui tenho, até rebentares.
- Pois há-de ser essa a tua morte!
O Castelo é atacado
Bem alimentado, cheio de força, atroa os ares com o cornudo instrumento, do alto do Castelo.
D. Ordonho e os seus guerreiros, preparados para reagirem a tal sinal, avançam e, sem dificuldades, transpõem as portas das muralhas e invadem rapidamente a fortaleza.
O estupefacto Mouro morre degolado por espada anónima.
O castelo é arrasado e os destroços são queimados.
O Rei dá protecção à simpática Ortiga. Gaia e as suas damas, recolhem aos barcos.
A bordo de um deles, a Rainha observa, triste e chorosa, as chamas consumindo o que resta do castelo.
O Rei estranha o seu choro e pergunta-lhe:
- Porque miras? Porque choras?
- Miro as ruínas daquele castelo, onde fui tão feliz. Choro a perda daquele bom mouro que mataste.
A indignação do rei é grande e não é menor a do seu filho D. Ordonho. Animado de insensata fúria, instiga o progenitor:
- Pai, não levemos connosco o demo…
O ultrajado marido, furibundo, saca da bainha o pesado montante e brada:
- Mira, Gaia, mira, que miras pela última vez!
A espada, num golpe tremendo, cai separando a cabeça, que tomba nas águas profundas. Com um pé, D. Ramiro empurra o corpo borda fora…
Partilhas de T.P.C. (da net)
Posted by: detalhesepormenores on: Outubro 6, 2009

Se a natureza nos deu
dois olhos, dois ouvidos
e uma só boca
é para vermos e ouvirmos
o dobro do que falamos.
Zenão de Eleia