Detalhes e Pormenores

Archive for Julho 2009

 

Mais um dia em que se faz História na Enfermagem Portuguesa!

EnfLucilia

Pela primeira vez em Portugal, um Enfermeiro, especificamente a ilustre Sr.ª Enfermeira Lucília Nunes, Presidente do Conselho de Enfermagem da OE, tomou posse esta tarde – 30 de Julho de 2009 – como membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida.

Foi também a 1ª vez que o CNECV solicitou à OE a designação de uma pessoa de reconhecido mérito e «especial qualificação nos domínios da Bioética».

Trata-se da aplicação da Lei n.º 24/2009, por nós referida num post anterior.

O mandato hoje iniciado é válido por cinco anos.

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À Professora Doutora Lucília Nunes os nossos sinceros Parabéns!!!

Na certeza de que dará um excelente e valioso contributo ao CNECV e ao florescimento da Ética e Bioética a nível nacional.

mulher+com+asas

“…E uma asa

Voa a cada beijo teu,

Esta noite

Sou dono do céu,

E eu não sei quem te perdeu.”

Pedro Abrunhosa

“Se não existe filosofia sem conceito e se o conceito é uma função, há que aprender a analisar o modo como a significação dos conceitos se opera no texto, e os papeis que lhe são atribuídos na discursividade filosófica. Apreendêmo-la, em primeiro lugar, através da terminologia: fixar e delimitar o sentido dos termos, assim como escolhê-los, depende de operações complexas e específicas, a que damos o nome de processo de instauração de sentido.”

Frédéric Cossuta

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“Muitas pessoas que conduzem acertadamente

as suas vidas noutros campos, ficam presas

na sua pobreza pela sua falta de gratidão”

Wallace Wattles

Questionada sobre o Método D’Hondt, aqui fica de uma forma simples:

O método D’Hondt ou método dos quocientes ou ainda, método da média mais alta D’Hondt, é um método para alocar a distribuição de candidatos eleitos na composição de orgãos de natureza colegial.

O método consiste numa fórmula matemática, ou algoritmo, destinada a calcular a distribuição dos mandatos pelas listas concorrentes, em que cada mandato é sucessivamente alocado à lista cujo número total de votos dividido pelos números inteiros sucessivos, começando no nº um seja maior.

O processo de divisão prossegue até se esgotarem todos os mandatos e todas as possibilidades de aparecerem quocientes iguais aos que ainda caiba um mandato.

A sua representação matemática é V/s+1, onde V é o nº total de votos apurados para a lista e s o nº de lugares já colocados na lista em cada iteração de cálculo. O processo repete-se até todos os lugares estarem atribuídos.

Uma das vantagens deste método é que ao contrário do que acontece em orgão colegiais compostos por simples maioria, as monorias em geral conseguem representação razoável.

Hoje, 23 de Julho de 2009 às 19h e 55m, foi aprovada a proposta de lei que institui a primeira alteração ao Estatuto da Ordem dos Enfermeiros. “Foi aprovada por unanimidade por todos os partidos com assento parlamentar, na última reunião plenária desta legislatura.

Deu-se assim um grande passo decisivo e sem precedentes para o desenvolvimento da profissão e para a segurança dos Cuidados de Enfermagem prestados aos cidadãos.”

Assim se lê aqui “A Enfermagem portuguesa está de parabens” – estamos de total acordo 🙂

O valor da Dignidade Humana é o princípio que fundamenta a República soberana Portuguesa e do qual decorrem todos os demais direitos fundamentais. A Constituição da República Portuguesa (CRP) consagra expressamente a inviolabilidade da vida humana, encabeçando os direitos, liberdades e garantias pessoais no artigo 24.º e a dignidade da pessoa humana como princípio fundamental da República soberana no artigo 1.º.

A pessoa é a medida e o fim de todo o Direito. O direito à vida é intransmissível e indisponível, não sendo portanto, um direito sobre a vida, mas um direito à vida.

A dignidade é um valor inerente ao ser humano que se manifesta no poder de autodeterminação responsável da própria vida.

A concepção de dignidade prende-se com a faculdade, a idoneidade de cada indivíduo gerir a sua vida de acordo com a sua liberdade e consciência, que diz respeito à existência na sua totalidade e, principalmente no fim de vida.

Entende-se que cada vida humana per si tem a sua dignidade, nem mais nem menos, mantém-se ao longo de todo o ciclo vital, na saúde e na doença.

O direito de morrer com dignidade está alicerçado no princípio da autonomia e em direitos constituicionais como o direito à liberdade (artigo 27.º), à integridade pessoal que compreende a integridade moral e física(artigo 25.º), à liberdade de consciência, ao desenvolvimento da personalidade e à reserva da intimidade da vida privada e familiar (artigo 26.º). No artigo 43.º da Carta dos Direitos dos Utentes dos Serviços de Saúde, de Junho de 2006 está consagrado o respeito pelo direito de morrer em paz e com dignidade. Deseja-se uma morte natural, digna.

O princípio da dignidade humana é o fundamento jurídico e bioético do direito a uma morte digna, pois todo o ser humano deve ter e tem o direito de Viver dignamente a sua própria morte.


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Pudera eu ter o dom de um poeta ou músico... para ser capaz de colocar em verso ou melodia o sentimento e o valor de uma amizade!

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