Detalhes e Pormenores

Archive for Março 2009

As horas batem indiferentemente para todos e

soam diferentemente para cada um.

Diane

(imagem da net)

Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-te, porque és parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por TI.

John Donne

foto “Pais & Filhos”

Existem disposições legais em Portugal, aplicáveis ao aleitamento materno, sendo a principal a Constituição da República Portuguesa, que no seu Artigo 68.º refere a:

Protecção da Paternidade e Maternidade

1. Os pais e as mães têm direito à protecção da sociedade e do estado na realização da sua insubstituivel acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação, com garantia de realização profissional e de participação cívica do país.

2. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.

3. As mulheres têm direito a especial protecção durante a gravidez e após o parto, tendo as mulheres trabalhadoras ainda direito a dispensa do trabalho por um período adequado, sem perda da retribuição ou de quaisquer regalias.

4. A lei regula a atribuição às mães e aos pais de direitos de dispensa de trabalho por período adequado, de acordo com os interesses da criança e as necessidades do agregado familiar.

A Resolução da Assembleia da República n.º 20/90, de 12 de Setembro, no Artigo 24.º refere:

Ratificação da Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Nova Iorque a 26 de Janeiro de 1990

No ponto 2, alínea e) Assegurar que todos os grupos da população, nomeadamente os pais e as crianças, sejam informados, tenham acesso e sejam apoiados na utilização de conhecimentos básicos sobre a saúde e a nutrição da criança, as vantagens do aleitamento materno, a higiene e a salubridade do ambiente, bem como a prevenção de acidentes (…)

No que se refere a estudantes:

A Lei n.º 90/2001, de 20 de Agosto – Apoio a pais e mães estudantes, no Artigo 3.º lê-se:

Regime especial relativo aos direitos de ensino destinado a pais e mães estudantes, cujos filhos tenham até três anos de idade para amamentação, entre outros, que inclui:

Um processo de justificação de faltas, desde que devidamente comprovadas;

A possibilidade de adiamento da entrega ou apresentação de trabalho;

A possibilidade da realização de testes em data posterior;

A isenção de mecanismos legais que façam depender o aproveitamento escolar da frequência de um número mínimo de aulas;

A dispensa da obrigatoriedade de inscrição num número elevado de disciplinas no ensino superior.

Fonte – Diário da República

«…entre os homens o horizonte da vida define-se não só pela capacidade perceptiva de que dispõem como também pela capacidade que têm de compreender o sentido das coisas através do pensamento.»

Aristóteles

“Um coração bondoso

compreende um desejo antes de ser expresso.

E satisfá-lo tão naturalmente,

que parece coincidência.”

Em termos de economia de mercado, o bem saúde, um bem individual e social, tem um “preço” principalmente quando nos confrontamos com o que se designa de prioridades da saúde e, da equitativa afetação de recursos, quando os peritos da área confirmam a escassez dos mesmos. Pense-se a sociedade que queremos, que desejamos para nós e para as gerações vindouras.

“Do ponto de vista ético, o mercado é portador de um aspecto bastante negativo: fixa as paixões humanas no dinheiro, fazendo dele o único mediador dos desejos humanos e tentando adiar a sua satisfação. Não devemos condenar o dinheiro por razões puritanas, mas convidar os indivíduos a pensarem para além do mercado. Só assim descobrirão, para além do pensamento económico, as questões filosóficas, notadamente as que se referem à produção e à exploração do homem pelo homem. Donde a importância de continuarmos pensando uma sociedade onde:

  • os valores económicos não se imponham como centrais e únicos;
  • a cultura não seja identificada com o mero entretenimento (com o que se vende), mas com tudo aquilo que ultrapassa o simples funcional e o instrumental, humanizando nosso espírito e nossa consciência;
  • o crescimento máximo seja considerado um meio, não o fim das acções humanas;
  • o intelectual possa afirmar-se e definir-se pela sua liberdade em relação aos poderes, pela crítica das ideias recebidas e pela denúncia das soluções simplistas.” (Japiassu, 2006)

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LEVE BEIJO TRISTE

Teimoso subi
Ao cimo de mim
E no alto rasguei
As voltas que dei

Sombra de mil sóis em glória
Cobrem todo o vale ao fundo
Dorme meu pequeno mundo

Como um barco vazio
P’las margens do rio
Desce o denso véu lilás
Desce em silêncio e paz
Manso e macio

Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije meu anjo triste
Deixo-te o meu canto canção tão breve
Brando como tu amor pediste

Não fales calei
Assim fiquei
Sombra de mil sóis cansados
Crescendo como dedos finos
A embalar nossos destinos

Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije meu anjo triste
Deixo-te o meu canto canção tão breve
Brando como tu amor pediste

(…)

Deixa que te leve
assim tão leve
Leve e que te beije meu anjo triste
Deixo-te o meu canto canção tão breve
Brando como tu amor pediste

Paulo Gonzo


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Pudera eu ter o dom de um poeta ou músico... para ser capaz de colocar em verso ou melodia o sentimento e o valor de uma amizade!

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