Detalhes e Pormenores

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Segundo Guimarães (1996) uma boa política da gestão do capital humano deverá fundamentalmente assentar:

  • na capacidade de comunicação;
  • nos critérios de selecção e recrutamento adequados;
  • na motivação para que haja um desempenho de nível elevado;
  • na rotação de pessoal de nível baixo;
  • no treino e formação apropriados;
  • nas boas relações internas;
  • na cultura da organização.

A liderança, na gestão pela qualidade total, inclui nas atribuições do gestor, para além do estabelecimento do plano estratégico, um total empenhamento com algumas linhas de actuação:

  • fortalecimento da visão de futuro e sentido de missão da organização, para que seja mais gratificante o esforço dos seus colaboradores;
  • criação do espírito de grupo e a motivação dos seus colaboradores;
  • desenvolvimento do espírito de serviço, da confiança, do profissionalismo, da responsabilidade e da criatividade;
  • clarificação das expectativas dos colaboradores, por forma a gerir a sua satisfação e a sua formação no posto de trabalho;
  • comunicação interna das melhorias da qualidade a implementar;
  • comunicação externa do posicionamento e da personalidade da organização, no mercado/área onde esta opera.

Para Creech(1998) os axiomas sobre a importância crítica da liderança para uma gestão pela qualidade total, com êxito, baseiam-se em que o “produto” é a meta dos objectivos da organização. A qualidade do “produto” é impossível de atingir, sem qualidade do processo. A qualidade do processo é difícil de se conseguir sem organização correcta. A organização correcta necessita de uma liderança adequada.

A liderança, na gestão pela qualidade total, inclui nas atribuições do(s) gestor(es), para além do plano estratégico – onde são definidos os objectivos a alcançar, as políticas, as tácticas e as estratégias a implementar – um total empenhamento com algumas linhas de actuação.

Carr (1999) menciona a gestão pela qualidade total, não apenas como um sistema, mas também como um estado de espírito de toda a empresa, que faz parte da cultura da organização.

A cultura empresarial deve primar pela qualidade, não apenas nos produtos e processos, mas também nas pessoas e nas suas relações. Deve também ser imbuída de sentimentos individuais e colectivos de dedicação, de construção, de harmonia, de solidariedade, de compreensão, de confiança e de bem servir, em suma, uma cultura de Cuidado.

A contribuição responsável de todos os intervenientes, qualquer que seja o seu nível hierárquico, é necessária para que a organização siga o seu rumo, vencendo as vicissitudes que se lhe deparam. Todavia, o carisma do(s) líder(es) e a(s) sua(s) estratégia(s) são fundamentais no comportamento da organização repercutindo-se na cultura da empresa.


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Pudera eu ter o dom de um poeta ou músico... para ser capaz de colocar em verso ou melodia o sentimento e o valor de uma amizade!

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