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Arquitectos Massena projectam campus escolar que pretende colocar Portugal na rota mundial das escolas do futuro.

 

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O primeiro campus escolar público está a ser construído na Serra do Pilar, pelo Município de Vila Nova de Gaia, e deverá estar concluído já na segunda metade do próximo ano. O objectivo do projecto é despertar reacções sensoriais espontâneas nas crianças e fomentar a sua aprendizagem.

A Escola dos Sentidos é da autoria do ateliê portuense Joaquim Massena, que, através de espaços físicos e de um ambiente natural, pretende estimular a curiosidade e a estética dos mais novos, assim com promover a sua interacção com toda a comunidade e um novo conceito educativo em Portugal.

O conceito nasceu da reflexão de modelos educativos, depois de algumas viagens de Joaquim Massena e os seus dois filhos, também arquitectos no ateliê, fizeram por vários países.

O projecto representa um investimento de cinco milhões de euros para o Município de Vila Nova de Gaia. O novo campus é um espaço aberto à cidade, onde pais e outros familiares vão poder almoçar ou lanchar com os alunos e toda a comunidade poderá aceder à sala de estudo e à biblioteca, o que reforça o encontro entre gerações diferentes.

A Escola dos Sentidos vai poder ser vivida na Avenida D João II, em Vila Nova de Gaia, junto à ponte do Infante e em frente à Real Companhia Velha.

fonte aqui

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O que chamamos belo é o que na realidade afecta a nossa sensibilidade de um modo inusitado, raro, raridade proveniente da intensidade com que, afectando-nos, nos revela simultaneamente algo da natureza do ser humano, estimulando o que em linguagem fenomenológica apelidamos de vivências.

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(Imagem via email)

«(…) se a estética fosse apenas uma artística só exploraria uma parte do campo que exige a sua reflexão; além da arte, ainda há o imenso domínio do sensível, do sentindo e do sentido, da sensorialidade e da sensibilidade (…)»

Talon-Hugon C.

LETRA C

Criatividade

A criatividade é uma característica pessoal que nos permite criar algo novo, combinando, alterando ou reaplicando ideias que já existiam. Mas a criatividade é também uma atitude, a capacidade de aceitar a mudança e a novidade, a vontade de balancear ideias e possibilidades e o hábito de desfrutar das coisas boas, ao mesmo tempo que pensamos na forma de as melhorar. A criatividade é também um processo, em que se trabalha de forma contínua e dedicada com o objectivo de melhorar as ideias, realizando alterações graduais e refinando o conceito final.

Os criativos sabem que existe sempre a possibilidade de melhorar.

Os métodos criativos podem ser evolucionários, sintéticos, revolucionários, reaplicaveis e de mudança de direcção. Cada um destes métodos responde melhor a um determinado tipo de desafios, sendo aplicado selectivamente em função dos resultados que esperamos obter. É positivo pensar de modo objectivo, mesmo que fora da moldura habitual, pouco ou nada preocupados com o que as pessoas ou a sociedade possam pensar, julgar ou observar. Afinal, esta preocupação pode ser uma forma de pressão social que nos obriga a ser vulgares e nada criativos.

Em processos multidisciplinares, o pensamento criativo é fundamental para que se atinjam bons resultados.

Em retorno à Estética e com o ABC de Estética pretende-se de uma forma simples, a apresentação do léxico utilizado no campo específico da estética. Tarefa difícil pela riqueza e variedade da terminologia e em  particular, pelos limites (ou não) estabelecidos entre a terminologia da estética e a terminologia das teorias e da crítica de cada uma das artes.

LETRA C

Crítica

As diversas acepções da palavra crítica – exame, análise, juízo – derivam de kritiké téchné – a arte de julgar – mantendo uma relação com palavras gregas de igual raíz: Krínein (distinguir, julgar, no sentido jurídico-político), kriterion (regra, princípio, norma de juízo ou de acção, critério), krísis (escolha, decisão, crise – também com o significado de ponto de viragem de uma enfermidade).

Na antiguidade a palavra remetia a maior parte das vezes para uma capacidade genérica de descriminar. Apenas com Kant surje a novidade de um juízo, o juízo estético que, não sendo derivável de regras universais explicitáveis, intelectuais, seja no entanto redutível a um arbítrio incontrolado, a determinações empíricas ou apenas individuais.

Como o próprio Kant diz “O nosso tempo é o tempo da crítica à qual tudo deve estar sujeito” (C.R.P., Pref. 1781, p.7, nota 1) porque “Não há uma ciência do belo, apenas uma crítica deste” (C.F.J., III, & 44), pelo que a Crítica da Faculdade do Juízo constitui hoje um ponto de referência para a estética.

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Abstracção -genericamente é o processo através do qual, partindo de dados sensíveis, se produz o inteligível ou universal, e também o acto com que se isolam alguns aspectos relevantes de um objecto ou de uma experiência complexa.

Do latim abstractio foi introduzido no léxico filosófico ocidental por Boécio.

Do ponto de vista conceptual, a pesquisa sobre a abstracção acompanha a filosofia, a lógica e a psicologia à séculos.

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Experiência estética/Experiência vivida

Conceito que obteve muito sucesso nos últimos dois séculos, refletindo assim a consciência tipicamente moderna da autonomia da forma de vida estética. A experiência estética é estruturalmente polivalente, pressupondo diferentes concepções do objecto específico da estética.

A experiência vivida é experiência imediata do real, é um médium através do qual a vida, num certo sentido, se interpreta a si própria enfatizando os momentos mais significativos pessoalmente experimentados pela pessoa.


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Pudera eu ter o dom de um poeta ou músico... para ser capaz de colocar em verso ou melodia o sentimento e o valor de uma amizade!

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